“Caminho por Londres
Perdido na solidão de minha chuva
Perseguido pela sombra da lápide
Horror, horror
Estou procurando por flores no caminho
Mas o sangue se acumula
O toque invisível da mão de um amigo
E o rugido da selva ecoando sobre Londres
Assassinos e Meretrizes
Olhem para mim
Me aclamem, me temam e me respeitem
Na margem do caminho encontro as flores que procuro
São como anjos
Vejo um voando contra o veludo noturno
São como demônios
Ouço os tiros, ouço os gritos
Mas a eles meu corpo pertence
Caminho por Londres
E sou o Rei de Espadas
Morte nos olhos
E sou a Dama de Paus
A vida nas mãos
Sou todos
Amo todos
Flores e Sangue
Porque ao Baralho minha alma pertence
Minha Família é forte e antiga
Sábias são suas palavras
E suave o seu encanto
Sei que quando parar de correr
Haverá um lugar para repousar
Carícias em meu rosto
Apenas flores, nada de sangue
Porque no Carteado meu coração reside.”

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